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Um novo ciclo

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Nossa vida é feita de ciclos. Muitas vezes, queremos eternizar aquela fase, mas a vida vem e sopra um pouquinho mais forte, derrubando o castelo que havíamos construído e mostrando que tudo pode mudar repentinamente. Nesse segundo, ficamos paralisados diante do novo, do desconhecido, do improvável que se tornou real. E qual a nossa primeira atitude? Sentir medo, pavor, desespero. Só que o medo não nos faz crescer, pelo contrário, ele nos deixa acuados diante do novo caminho. E, em vez de seguir, a gente fica ali parado, congelado, tentando acreditar que as coisas podem ser como antes. Mas elas NÃO podem. O ciclo se fechou! Tão simples quanto isso. Você já aprendeu o que tinha para aprender, já cresceu o que deveria crescer, já viveu o que esperava viver. Simplesmente acabou. Não adianta chorar e pensar no que faria diferente. Você fez assim. Você foi exatamente aquilo que quis ser naquele momento. Só que o momento mudou: você não é mais, as coisas não são mais, o presente não é mais..…

Ser sustentável é in

Mais do que uma atitude baseada na consciência, sustentabilidade tornou-se a palavra da moda. Não é preciso efetivamente que as práticas cotidianas da sua empresa sigam políticas sustentáveis ou ainda que existam projetos voltados para a preservação do meio ambiente, basta que esse termo “desenvolvimento sustentável” faça parte da missão, da visão ou dos valores da sua empresa… Pronto, assim você é in! E quem não faz isso é out – como se diz na linguagem do mundo da moda.

Na verdade, as agências de publicidade e as assessorias de imprensa e de marketing preocupam-se muito em usar este conceito de sustentabilidade para se adequar ao padrão de “ecologicamente correto”, que ganha cada vez mais destaque nos cenários nacional e internacional. Assim, grandes ações são desenvolvidas, a fim de mostrar o apoio de grandes marcas ao modelo de conduta mais admirado da atualidade.

A grande pergunta que surge é: até que ponto empresas que se autointitulam “sustentáveis” realmente o são? Transmitir um…

Cliente e agência: uma dicotomia unificada

Uma agência de Publicidade possui como grande missão trazer resultados eficazes para os problemas de comunicação dos clientes. Na agência, os clientes são reis; eles mandam! Mas, por vezes, surgem algumas discordâncias. Aí, administrar uma relação com determinado cliente torna-se uma tarefa árdua. Mas isto não é exclusividade do meio publicitário. Em qualquer relacionamento, independente do grau de profundidade, classe econômica, região ou idioma, conciliar interesses exige muito “jogo de cintura” e muita paciência.


Quando criança, basta um choro para ganhar aquele brinquedo. Na adolescência, muita reclamação, geralmente, surge o efeito desejado. Na fase adulta, é que as coisas complicam… Não há mais artimanhas pessoais que facilitem no convencimento do outro. Então, é preciso apelar para criatividade, jogos de palavras, elevados recursos de técnicas de vendas e silogismos vários para sobrepor a sua ideia. Nos terrenos da amizade e do amor, o carinho fala mais alto, o que facilita o ac…

Um prêmio vale um cliente ou um cliente vale um prêmio?*

Entre os criativos de agência, talvez o maior objetivo seja o de criar peças “geniais” para conquistar um Leão em Cannes. “Tá, O.K., se não der para um felino, serve qualquer outro desses prêmios que se encontram a cada esquina”. É convenção por aí que o bom profissional de criação tem que ter muitos prêmios no currículo. Será?
Na verdade, a principal função de uma agência é comunicar a marca ou o produto de um cliente de forma eficiente e lucrativa. Ganhar prêmios com as criações é plus, um adicional para o reconhecimento da agência e dos profissionais que trabalharam no job. No entanto, entre as paredes da agência, ainda há quem crie com o grande objetivo de colocar mais um troféu na prateleira.
É fato notório que houve uma escola nas duas últimas décadas que propagava a doutrina: “seja bom e ganhe prêmios”. Mas, talvez, a ideologia correta seja: “seja bom, gere bons resultados para os clientes e, se isso acontecer, os prêmios podem vir”. Está mais do que na hora de se aceitar este ti…

Inspiração, transpiração, criação... AÇÃO!

O ser humano é dotado de razão. Já que podemos pensar e analisar fatos logicamente, também temos capacidade de desenvolver formas de comunicação mais precisas (talvez não tanto como as formigas, que se organizam em grandes formigueiros com divisão de tarefas). Mas, ainda sim, podemos refletir sobre quem somos, como agimos e o que pretendemos ter e/ou ser. Então, formamos nossa personalidade, fazemos escolhas (certas e erradas), calculamos riscos, desenvolvemos estratégias, criamos metas, treinamos habilidades mentais, articulamos contatos, enfim, vivemos baseados na razão.

Neste fantástico mundo de engrenagens perfeitas e bem ajustadas, tudo funciona mecânica e ininterruptamente. No entanto, na vida real, as coisas não são bem assim. Às vezes, a máquina trava por um defeito técnico denominado emoção. Amor, ódio, esperança, descrença, alegria, tristeza... São tantos sentimentos que nos movem paradoxalmente...

E na hora da criação de um trabalho publicitário tudo isso influi. Afinal…

Oração de Publicitário

Para quem acha que Publicitário é incrédulo, coloco abaixo uma das orações que faço diariamente ao chegar na agência... rs rs

Cliente nosso

Cliente nosso de cada concorrência
Escolhido seja o vosso nome
Vem a nós em nossa agência
Para que seja feita a sua vontade
Assim no jornal como na TV

O job nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai-nos as ideias não-aprovadas
Assim como perdoamos suas reclamações
Não nos deixai perder esta conta
E livrai-nos de metas inalcançáveis

AMÉM!

PS: Paródia que fiz em momento de criação ociosa... rs

Ah, os anuários...

Todo publicitário de verdade gosta de livros? É, talvez. Mas de um certo tipo de publicação, especificamente, não tenho dúvidas que sim: o anuário, é claro!
Ah, quem não gosta de se deliciar com as pérolas da criação publicitária. Não importa a origem, a agência ou o cliente, o mais importante é a peça! Aquela que foi ouro em Cannes ou recebeu alguma outra premiação ao redor do mundo, ainda que em pequena escala; todas essas peças que merecem ir para o santuário anual da publicidade, o anuário.
Todo estudante quando ganha seu primeiro anuário experimenta uma emoção antes desconhecida. É encantador e, ao mesmo tempo, estimulante ter em mãos a “bíblia da criação”. Olhar seus mestres, analisar obras de outros tantos que você nem conhece, ver pela primeira vez nomes de jovens talentos e admirar a criatividade alheia, sonhando em um dia deixar seu nome marcado numa daquelas páginas, ainda que em letras minúsculas e imperceptíveis - na maioria das vezes.
Apesar de não ser o real objetivo de …